O Anarquismo é uma filosofia política composta por vertentes de pensamento (também chamadas de escolas de pensamento) heterogêneas e diversificadas, unidas pela oposição comum a um governo compulsório. Todas as vertentes de pensamento anarquistas se caracterizam pela "crença que a autoridade e a dominação em todas as suas formas (tanto estadista quanto capitalista) não são apenas perniciosas, mas desnecessárias"; no entanto, cada uma delas difere fundamentalmente em outras prerrogativas que vão do extremo individualismo ao completo coletivismo, variando também com relação a estratégias de emancipação e enfoques, como por exemplo o anarcofeminismo, focando a questão de gênero, e o anarquismo verde, que se aprofunda na ecologia social.
O antropólogo anarquista David Graeber notou que enquanto as vertentes do Marxismo sempre possuem fundadores (e.g. Leninismo, Maoismo, Lacanianismo), as vertentes do anarquismo "quase que invariavelmente emergem de algum tipo de princípio organizacional, forma de prática, ou identidade comum, alguns exemplos são o anarcossindicalismo, o individualismo anarquista, o plataformismo e o anarcoqueer.
Anarquismo filosófico
William Godwin (1756 – 1836), filósofo liberal, utilitarista e individualista considerado o fundador do anarquismo filosófico. Tela de Henry William Pickersgill.William Godwin, ao fundar o anarquismo filosófico, desenvolveu o que muitos consideram a primeira expressão do pensamento anarquista moderno.Segundo Piotr Kropotkin, Godwin foi "o primeiro a formular os conceitos políticos e econômicos do anarquismo, mesmo não adotando tal denominação em sua obra."O anarquismo filosófico postula que o Estado não possui legitimidade moral; que não há obrigações individuais ou o dever de obediência ao Estado, e consequentemente o Estado não detém o direito de comandar indivíduos. No entanto, Godwin não advoga a revolução para eliminar o Estado. De acordo com The Blackwell Dictionary of Modern Social Thought, o anarquismo filosófico "é composto principalmente pelo anarquismo individualista."
Os anarquistas filosóficos podem aceitar a existência do Estado mínimo como um mal necessário, infeliz e temporário, mas acreditam que os cidadãos não possuam a obrigação moral de obedecer ao Estado quando suas leis entram em confronto com a autonomia individual.Da forma como é concebido por Godwin, o anarquismo filosófico requer que os indivíduos ajam de acordo com seu próprio julgamento e permitam a todos os outros indivíduos a mesma liberdade; de acordo com o pensamento de Max Stirner, o "indivíduo singular" que verdadeiramente "possui a si mesmo" não reconhece deveres para com outros; dentro dos limites de seu poder, ele realiza o que é correto para si.Godwin se opõe à ação revolucionária e vê o Estado mínimo como um "mal necessário" no presenteque se tornaria cada vez mais fraco e irrelevante diante da propagação gradual do conhecimento. Godwin defende um individualismo extremo, propondo que toda cooperação no trabalho seja eliminada. Godwin sustenta que toda discriminação que não se refira a habilidades é intolerável.
Ao invés de lançar bombas ou pegar em armas para derrubar o Estado, os anarquistas filosóficos "trabalharam por uma mudança gradual para libertar os indivíduos do que acreditavam ser leis opressivas e limitações sociais do Estado moderno e permitir que os indivíduos se tornassem autogovernados e criadores de valores.Eles podem se opor à eliminação violenta do Estado devido à preocupação de que uma estrutura mais opressiva e arbitrária ocupe o vácuo de poder; isto é especialmente verdadeiro entre aqueles anarquistas que consideram violência e Estado como sinônimos, ou que acreditam ser contraproducente a reação pública à violência na forma de leis mais severas.
Mutualismo
O mutualista Pierre-Joseph Proudhon foi o primeiro a se autodenominar anarquista.O Mutualismo começa com os movimentos de trabalhadores ingleses e franceses do século XIX, assumindo seu caráter anarquista com Pierre-Joseph Proudhon na França e outros nos EUAIsto influenciou anarquistas individualistas como Benjamin Tucker e William B. Greene nos Estados Unidos. Josiah Warren propôs ideias similares em 1883, depois de participar de um experimento owenita frustrado. Nos anos de 1840 e 1850, Charles A. Dana,e William B. Greene introduziram a obra de Proudhon nos Estados Unidos. Greene adaptou o mutualismo de Proudhon às condições americanas e apresentou o resultado a Benjamin R. Tucker.
O antropólogo anarquista David Graeber notou que enquanto as vertentes do Marxismo sempre possuem fundadores (e.g. Leninismo, Maoismo, Lacanianismo), as vertentes do anarquismo "quase que invariavelmente emergem de algum tipo de princípio organizacional, forma de prática, ou identidade comum, alguns exemplos são o anarcossindicalismo, o individualismo anarquista, o plataformismo e o anarcoqueer.
Anarquismo filosófico
William Godwin (1756 – 1836), filósofo liberal, utilitarista e individualista considerado o fundador do anarquismo filosófico. Tela de Henry William Pickersgill.William Godwin, ao fundar o anarquismo filosófico, desenvolveu o que muitos consideram a primeira expressão do pensamento anarquista moderno.Segundo Piotr Kropotkin, Godwin foi "o primeiro a formular os conceitos políticos e econômicos do anarquismo, mesmo não adotando tal denominação em sua obra."O anarquismo filosófico postula que o Estado não possui legitimidade moral; que não há obrigações individuais ou o dever de obediência ao Estado, e consequentemente o Estado não detém o direito de comandar indivíduos. No entanto, Godwin não advoga a revolução para eliminar o Estado. De acordo com The Blackwell Dictionary of Modern Social Thought, o anarquismo filosófico "é composto principalmente pelo anarquismo individualista."
Os anarquistas filosóficos podem aceitar a existência do Estado mínimo como um mal necessário, infeliz e temporário, mas acreditam que os cidadãos não possuam a obrigação moral de obedecer ao Estado quando suas leis entram em confronto com a autonomia individual.Da forma como é concebido por Godwin, o anarquismo filosófico requer que os indivíduos ajam de acordo com seu próprio julgamento e permitam a todos os outros indivíduos a mesma liberdade; de acordo com o pensamento de Max Stirner, o "indivíduo singular" que verdadeiramente "possui a si mesmo" não reconhece deveres para com outros; dentro dos limites de seu poder, ele realiza o que é correto para si.Godwin se opõe à ação revolucionária e vê o Estado mínimo como um "mal necessário" no presenteque se tornaria cada vez mais fraco e irrelevante diante da propagação gradual do conhecimento. Godwin defende um individualismo extremo, propondo que toda cooperação no trabalho seja eliminada. Godwin sustenta que toda discriminação que não se refira a habilidades é intolerável.
Ao invés de lançar bombas ou pegar em armas para derrubar o Estado, os anarquistas filosóficos "trabalharam por uma mudança gradual para libertar os indivíduos do que acreditavam ser leis opressivas e limitações sociais do Estado moderno e permitir que os indivíduos se tornassem autogovernados e criadores de valores.Eles podem se opor à eliminação violenta do Estado devido à preocupação de que uma estrutura mais opressiva e arbitrária ocupe o vácuo de poder; isto é especialmente verdadeiro entre aqueles anarquistas que consideram violência e Estado como sinônimos, ou que acreditam ser contraproducente a reação pública à violência na forma de leis mais severas.
Mutualismo
O mutualista Pierre-Joseph Proudhon foi o primeiro a se autodenominar anarquista.O Mutualismo começa com os movimentos de trabalhadores ingleses e franceses do século XIX, assumindo seu caráter anarquista com Pierre-Joseph Proudhon na França e outros nos EUAIsto influenciou anarquistas individualistas como Benjamin Tucker e William B. Greene nos Estados Unidos. Josiah Warren propôs ideias similares em 1883, depois de participar de um experimento owenita frustrado. Nos anos de 1840 e 1850, Charles A. Dana,e William B. Greene introduziram a obra de Proudhon nos Estados Unidos. Greene adaptou o mutualismo de Proudhon às condições americanas e apresentou o resultado a Benjamin R. Tucker.
O anarquismo mutualista trata da reciprocidade, liberdade de associação, contrato voluntário, federação, e da reforma do crédito e do sistema monetário. Muitos mutualistas acreditam que um mercado sem intervenções do governo tenderia a reduzir os preços aos valores de custo, eliminando o lucro e os juros de acordo com a Teoria do valor-trabalho. Empresas seriam obrigadas a competir por trabalhadores da mesma forma que trabalhadores competem por empresas, aumentando a remuneração. Alguns posicionam o mutualismo entre o anarquismo individualista e o coletivista;Em O Que é a Propriedade?, Proudhon desenvolve um conceito de "liberdade" equivalente ao de "anarquia", que é a síntese dialética do comunismo e da propriedade Greene, influenciado por Pierre Leroux, cncebeu o mutualismo como a síntese de três filosofias – comunismo, capitalismo e socialismo.Anarquistas individualistas tardios usaram o termo mutualismo mas deram pouca ênfase a tais sínteses, socialistas libertários como os autores de An Anarchist FAQ defendem ser o mutualismo um subgênero de sua tradição filosófica.
Anarquismo individualista
O filósofo Henry David Thoreau (1817-1862), teórico da desobediência civil.O anarquismo individualista é composto por diversas tradições que afirmam que "a consciência individual e a realização do interesse pessoal não devem ser restringidos por nenhuma coletividade ou autoridade pública."O anarquismo individualista possui diversas influências: Thomas Jefferson, o mutualismo de Pierre-Joseph Proudhon, e a teoria dos direitos naturais do liberalismo clássico, entre outras. O anarquismo individualista ganhou especial força nos EUA desde Warren até Murray Rothbard (que chamou sua filosofia de anarcocapitalismo), Kevin Carson e outros, incluindo Charles Johnson, David D. Friedman, Stephan Kinsella, Roderick T. Long, James J. Martin, Wendy McElroy, Gary Chartier, Joe Peacott, Sharon Presley, e Crispin Sartwell.
Em meados do século XIX, nos Estados Unidos, Henry David Thoreau previu "a inevitabilidade do autogoverno acompanhada da atrofia do Estado," alegando que o único poder existente ser aquele ao qual os indivíduos cedem,mas sem oferecer um programa prático para a mudança social.
Egoísmo
O egoísmo foi divulgado por Max Stirner, um dos primeiros e mais conhecidos expoentes do anarquismo individualista.Seu livro O Único e Sua Propriedade publicado em 1844. é um dos textos fundadores desta filosofia. De acordo com as concepções de Stirner, a única limitação aos direitos do indivíduo deve ser seu poder de alcançar o que deseja,sem levar em consideração ideias como Deus, o Estado ou valores morais.
Tendências contemporânea<>
O Anarquismo influenciou a formação de diversas filosofias e movimentos de caráter eclético e baseados em sincretismos. Desde seu ressurgimento em meados do século XX, uma série de novos movimentos e escolas têm surgido. O antropólogo anarquista David Graeber identifica uma ruptura entre gerações do Anarquismo, representada, por um lado, "por aqueles que ainda não abandonaram os hábitos sectários do século passado", e por outro pelos ativistas mais jovens, "que são muito mais informados, entre outras coisas, sobre as ideias dos movimentos indígenas, feministas, ecológicos e da crítica cultural"; para Graeber, estes últimos constituem a vasta maioria dos anarquistas no século XXI.
Anarcocapitalismo
O Anarcocapitalismo, por vezes designado por libertarismo anarquista, ou anarquismo de propriedade privada ou ainda anarquismo de livre mercado, é uma versão radical do liberalismo clássico e anarquismo individualista.Tem como postulado que as formas de governo, principalmente as concepções estatais, são prejudiciais e desnecessárias, especialmente instituições estatais relacionadas a funções jurídicas e de segurança.
Em assuntos econômicos, o anarcocapitalismo defende o capitalismo como a forma de organização mais eficiente e rejeita qualquer tipo de controle governamental, impostos ou regulamentos. Considera que a segurança e a justiça são serviços como quaisquer outros, e que um mercado competitivo pode fornecer esses serviços muito melhor do que um governo monopolista.
Os defensores do anarcocapitalismo concebem a sua filosofia política enquanto parte da tradição anarquista, no entanto, diferente de outras vertentes anarquistas (socialistas), e na perspectiva de muitas destas, os anarcocapitalistas negam as possíveis formas de dominação existentes no capitalismo e no chamado "Livre Mercado".
Anarcofeminismo
O Anarcofeminismo se opõe a todo o tipo de hierarquia. Entretanto, os anarca-feministas dedicam maior atenção à desigualdade existente entre os sexos. Os anarca-feministas acreditam que as mulheres constituem a classe mais explorada pelo capitalismo, porque seu trabalho doméstico e de reprodução é considerado sem valor econômico. A exploração e dominação da mulher é chamada por eles de patriarcado, o qual é o principal alvo de seu ativismo. Segundo eles e elas, a desigualdade entre os sexos é o principal entrave para que homens e mulheres da classe trabalhadora possam se unir e lutar pelos seus interesses comuns.
O Anarca-feminismo se diferencia do feminismo por considerar que direitos conquistados dentro da sociedade capitalista serão sempre superficiais, visto que só poderão ser desfrutados pela classe dominante.
O termo Anarca-feminismo foi inventado durante a "segunda onda" do movimento feminista, ocorrida no final dos anos 60. Entretanto, o movimento é mais comumente associado a autoras do início do século XX, como Emma Goldman e Voltairine de Cleyre, bem como algumas autoras da "primeira onda", como Mary Wollstonecraft. Durante a Guerra Civil Espanhola, o grupo Mujeres Libres defendia idéias anarquistas e feministas.
O Anarquismo Verde
Ou Ecoanarquismo, é uma corrente anarquista que defende, como qualquer outra corrente anarquista, um movimento contra a hierarquia e qualquer forma de autoridade social, mas que parte de um ponto de vista centrado na natureza e na sua relação com ela. A maior parte dos apologistas do anarquismo verde defendem uma perspectiva anticivilização, apontando para uma realidade humana sem hierarquia como tendo uma origem natural e biológica. O seu discurso distingue-se normalmente das outras correntes pela sua crítica à tecnologia, produto da lógica de domesticação da sociedade patriarcal, como sendo social e politicamente parcial.
O anarquismo verde defende assim uma relação estreita do homem com a natureza, em alternativa à economia da produção em massa onde ele desempenha uma pequena tarefa, reduzido ao trabalho desumano, na gigante máquina industrial, também referida como a megamáquina.
Anarquismo pós-esquerdista
O Anarquismo pós-esquerdista procura se distanciar da esquerda tradicional - comunistas, socialistas, social democratas, etc. - e escapar dos limites ideológicos em geral. Os pós-esquerdistas defendem que o Anarquismo perdeu força devido ao envolvimento com outros grupos de esquerda e à defesa de causas específicas (o movimento contra a guerra ou a energia nuclear, nos EUA; os sem-terra, no Brasil). Eles defendem uma síntese do pensamento anarquista, e um movimento revolucionário especificamente antiautoritário e desvinculado dos grupos de esquerda. As pessoas e grupos importantes associados ao Anarquismo pós-esquerdista incluem a revista Anarchy e Jason McQuinn, Bob Black, Hakim Bey, entre outros.
Pós-anarquismo
Criado por Saul Newman, e ganhou popularidade por seu livro De Bakunin a Lacan. Refere-se a um deslocamento teórico para a construção de uma síntese da teoria anarquista clássica e do pensamento pós-estruturalista. No entanto, para além do uso de Newman do termo, a expressão ganhou vida própria e hoje abarca o amplo espectro de ideias como o pósmodernismo, autonomismo, situacionismo, pós-colonialismo e o zapatismo. Por sua própria natureza, o pós-anarquismo rejeita ser um conjunto coerente de doutrinas e crenças, tornando difícil - senão impossível - determinar com qualquer grau de certeza aquilo que deve se incluir sob esta rubrica; de qualquer forma, os pensadores-chave associados à corrente incluem Saul Newman, Todd May, Lewis Call, Gilles Deleuze e Félix Guattari.
Anarquismo insurrecionário
Anarquismo insurrecionário é uma vertente anarquista que defende a teoria e a prática revolucionária dentro do movimento anarquista, se opondo a organizações anarquistas formais como sindicatos e federações que se baseiam em programas políticos e congressos periódicos. Os anarquistas insurrecionários defendem também o emprego de táticas de ação direta (violenta e outras mais), organizações informais, incluindo pequenos grupos de afinidade e organizações massivas que incluam os explorados e setores excluídos da sociedade independente de sua adesão às idéias anarquistas.
Autarquismo
O Autarquismo é uma filosofia criada por Robert LeFevre, que define a autarquia como autorregulação: "isto quer dizer que cada pessoa governa a si mesmo, e a mais ninguém". O Autarquismo rejeita o governo compulsório e defende o capitalismo privado.
Socialismo Libertário de Mercado
O Mutualismo, inicialmente concebido no século XIX, foi retomado no século XX, incorporando ideias da Economia moderna como a teoria da utilidade marginal. O livro de Kevin A. Carson, Estudos em Economia Política Mutualista, foi de grande importância para o tema, atualizando a teoria do valor-trabalho em resposta às propostas da Escola Austríaca. Os mutualistas contemporâneos estão entre aqueles envolvidos na Aliança da Esquerda Libertária e no Movimento de Cooperação Voluntária. O Agorismo, tendência anarquista fundada por Samuel Edward Konkin III, defende a contra-economia - o trabalho livre de impostos nos mercados negro e cinza e o boicote ao mercado regulado e taxado - como um caminho para a emergência de instituições privadas que possam competir com vantagem sobre as estatais.
ta legal (:
ResponderExcluirNosso obrigada por me lembrar tinha esquecido q o Anarquismo é uma filosofia política composta por vertentes de pensamento.
ResponderExcluirFabiana
Vlw tinha estudado no ano passado e ja tinha esquecido:se caracterizam pela "crença que a autoridade e a dominação em todas as suas formas.
ResponderExcluirbeiijus, Bruno
Nossa aprendi agora: O Autarquismo é uma filosofia criada por Robert LeFevre, que define a autarquia como autorregulação: "isto quer dizer que cada pessoa governa a si mesmo, e a mais ninguém". O Autarquismo rejeita o governo compulsório e defende o capitalismo privado.
ResponderExcluirMuito Obrigada
Carol
o trabalho livre de impostos nos mercados negro e cinza e o boicote ao mercado regulado e taxado - como um caminho para a emergência de instituições privadas que possam competir com vantagem sobre as estatais.
ResponderExcluirdeve ter sido dificil viver naquela epoca
Oiiii é a Isabela - se a gente vivesse com essa ideia de anarquismo ia ser é uma bagunça..
ResponderExcluirGOSTEI DO BLOGGERRRRRRRRR, ANARQUISMO É OS QUE MUITO QUERIAM, MAS IA SER UMA ZONAAAAAAAAA, HAHAHA. FUIIII - MURILO SANTOS
ResponderExcluirÔ EU AQUI NO BLOG DE VCS ! LEGALZINHO GOSTEI ! BJS. DIEGÃO (me liguem)
ResponderExcluirOlá meninas tudo bem com vocês, é a Cris, esse blog é trabalho de escola ? Tô sem tempo, mas dei uma lidinha nesse do Anarquismo, bom realmente aqui no Brasil, pelo menos parece que às vezes vivemos no Anarquismo, todo mundo achando que pode fazer o que quiser que ninguém tá comandando mesmo, proncipalmente os políticos. Cristiane Ribeiro de Lima
ResponderExcluirSe cuidem. Beijo pra vocês.
Fala sério, isso é trabalho de escola ? Ainda bem que o meu prof não teve essa ideia, kkkkk. Legal, gostei ficou da hora ! Vc não responde meus recados, to esperando, Edson Cristovão
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